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Wearables e prevenção
Smartwatches, sensores e monitoramento remoto: o que medem de verdade.
Aviso. Este conteúdo é informativo e não substitui consulta, diagnóstico ou tratamento médico. Em caso de sintomas, procure um profissional de saúde.
Matérias do pilar

Tech Health · 08:13
Monitores contínuos de glicose explicados: o que medem e para quem servem
Sensores colados na pele mostram a glicose ao longo do dia. Há evidência clara de benefício em quem tem diabetes e usa insulina, e não há evidência de que melhorem a saúde de quem não tem diabetes.

Tech Health · 06:50
Sono e wearables: o que anéis e relógios medem de verdade
Anéis e relógios estimam bem quando você dormiu, mas erram mais nas fases do sono e não fazem diagnóstico. Veja o que estudos contra o exame padrão mostram, o que FDA e Anvisa dizem e por que a pontuação de sono não é laudo.

Tech Health · 11:10
Seu celular pode virar um laboratório de saúde? O que apps e sensores já fazem, o que é regulado e como avaliar
Celular e relógio medem pulso, sono e até avaliam manchas na pele, mas só alguns usos têm aval de reguladores. Entenda o que a Anvisa e a FDA dizem, os limites e como proteger seus dados de saúde.

Tech Health · 08:55
Seu smartwatch pode detectar um problema cardíaco? O que o relógio mede e o que não
Alguns relógios têm recursos autorizados pela FDA para sinalizar possível fibrilação atrial ou sinais de hipertensão. Eles são alertas para procurar um médico, não diagnóstico, e deixam passar muitos casos.
Outros pilares
Como a PushTech cobre esta área
- Evidência antes de entusiasmo: estudos, reguladores (FDA, Anvisa), hospitais e sociedades médicas.
- Dizemos em que estágio está cada inovação: pesquisa, ensaio clínico, aprovada ou em uso.
- Nada de promessa de cura, diagnóstico infalível ou "robô opera sozinho".
- O médico fica no centro: IA e robótica apoiam a decisão, não a substituem.
- Privacidade, acesso e desigualdade fazem parte de cada matéria.